Publicado por: arthuradm | agosto 31, 2010

gato na mitologia egípcia

Bubastis era o centro de culto de Bast, a deusa com cabeça de gato egípcia da fertilidade. Inicialmente, o seu culto incluía os gatos que habitavam os templos, estendendo-se posteriormente a todos os gatos. O culto ao gato era pragmático para os egípcios, pois os gatos protegiam suas casas e armazéns de grãos contra pragas e criaturas venenosas. Matar um gato era considerado assassinato; um romano que morava em Alexandria descobriu isso quando matou acidentalmente um gato e foi arrastado de sua casa para a rua, sendo linchado por uma multidão de egípcios furiosos.

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Publicado por: arthuradm | agosto 31, 2010

Parentesco no Olímpo

Muitos heróis gregos eram filhos semimortais dos olímpicos, os deuses gregos. Zeus era o sedutor mais célebre do panteão grego e gerou muitos deuses, bem como alguns dos heróis mais famosos da mitologia grega, como Hércules, Perseu e os argonautas gêmeos, Castor e Pólux. Esses heróis realizavam tarefas incríveis devido à sua herança divina, mas muitas vezes enfrentavam a ira divina quando os deuses lutavam entre eles, como ocorria com freqüência, atacando os filhos de seus inimigos.

Publicado por: arthuradm | agosto 31, 2010

Nidhogg o Dragão de Loki

Somente Loki, através de seu servo Hel, pode soltar o poderoso dragão Nidhogg de sua toca sob as raízes do freixo do mundo, Yggdrasil. Nidhogg voa lentamente, mas seu hálito de fogo pode destruir unidades inimigas e edificações da mesma forma. Ele só pode ser atingido por unidades de ataque à distância ou por poderes divinos, como o raio de Zeus. Não é possível curá-lo. Nidhogg persiste até ser morto e ficar sob seu controle.

Publicado por: arthuradm | agosto 30, 2010

Navegação Viking

Os navegantes vikings freqüentemente atravessavam o Atlântico Norte da Escandinávia e da Britânia para a Islândia, com apenas alguns instrumentos de navegação e sem bússola, apesar da ocorrência constante de grandes tempestades. A distância de 700 milhas náuticas podia ser atravessada em apenas 4 dias e noites com um vento constante.

“Foi o grande vento do norte que fez os vikings.” — Provérbio escandinavo.

Publicado por: arthuradm | agosto 30, 2010

Funeral Nórdico Contos

Quando Balder, o favorito dos deuses, morreu, ele foi colocado em seu barco Hringhorni. O barco foi incendiado e empurrado para o mar pelo gigante Hyrrokin.

“Quem cavalga mais além,
nos cavalos de Raevil,
as ondas monumentais,
o oceano bramante
os garanhões de velas estão
com suor orvalhados,
os corcéis das ondas não
resistirão ao vento.”

— Eddas Poéticas, O Segundo Canto de Sigurd Fafnicide

Publicado por: arthuradm | agosto 30, 2010

Wepwawet

O enxó sagrado de Wepwawet permite aos operários derrubarem uma árvore com um único golpe, embora eles ainda tenham que coletar a madeira do tronco caído.

Wepwawet era um deus menor egípcio do culto funerário. Ele usava seu enxó (um precursor da plaina) para abrir a boca do morto na cerimônia de “abertura da boca”. Os egípcios o representavam como um chacal, embora os gregos posteriores o tenham associado a lobos e nomeado sua cidade sagrada de Zawty “Licópole”.

Publicado por: arthuradm | agosto 30, 2010

O Escudo de Zeus

O Aegis era um escudo mágico pertencente a Zeus, mas ele geralmente deixava sua filha favorita, Atena, carregá-lo. O escudo era bordado e coberto de escamas e geralmente adornado com uma cabeça de Medusa. Pode ter sido o escudo que Perseu usou para refletir a Medusa, desta forma, evitando o seu olhar. Alguns mitos representam o Aegis como uma capa ou um escudo que poderia se converter em capa. Como a maioria dos armamentos do Olimpo, ele foi forjado por Hefesto.

Publicado por: arthuradm | agosto 29, 2010

As Sombras de Hades

Os gregos enterravam seus mortos com moedas sobre os olhos ou sob a língua para que pagassem a Caronte, o barqueiro que os conduziria ao mundo inferior pelo rio Styx. Lá iniciariam sua existência como sombras: reflexos esmaecidos e escuros das pessoas vivas que um dia foram.

Havia vários locais no mundo inferior: Campos Elísios, Erebus, Tártaro. Os Campos Elísios eram um lugar calmo, tranqüilo e de grande abundância, onde os bons e os justos permaneciam após a morte. O Erebus era o reino solene onde as sombras vagavam em silêncio até se esquecerem de tudo o que foram e de onde estiveram. O Tártaro era reservado aos maus, aos hereges, aos blasfemadores e, é claro, aos antigos deuses aprisionados, os titãs.

Publicado por: arthuradm | agosto 29, 2010

Lobo Fimbul

Nome científico: Canis lupus horriblis
Tamanho: 45 a 90 kg
Dieta: seres humanos

O lobo era um símbolo de poder misterioso na mitologia nórdica. Odin era acompanhado por dois lobos e Fenrir teve participação na destruição do mundo. Fimbul, na mitologia nórdica, é um dos precursores do Ragnarok e consiste em três invernos consecutivos, sem nenhum verão intermediário.

Publicado por: arthuradm | agosto 29, 2010

Aurochs

Nome científico: Bos primigenesis
Tamanho: cerca de 1,8 m até o lombo; mais de 900 kg
Dieta: gramíneas

Literalmente, auroque significa, em alemão, o pai de todos e é a raça selvagem da qual se derivaram todas as raças de gado européias. Pinturas em cavernas da Europa sugerem que os humanos caçaram esses grandes bovinos pretos por milhares de anos. Porém, os descendentes selvagens dos auroques foram extintos no século 17 (fora da Polônia, eles foram extintos bem antes).

Os auroques selvagens eram caçados, mas rebanhos também eram domesticados para fornecer carne e leite e servir como animais de carga.

“Auroques são destemidos e seus chifres são grandes um animal muito feroz, famoso selvagem dos brejos é um animal corajoso.” Poema rúnico anglo-saxão

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